novembro 04, 2010
Jurandir Freire Costa: 'A ética é sempre uma aposta arriscada'
Dois escritores que se dedicaram a explorar as dimensões psicológicas e filosóficas de gêneros literários muitas vezes desprezados — o romance de espionagem e a ficção científica — são os personagens principais do novo livro do psicanalista Jurandir Freire Costa, “O ponto de vista do outro: Figuras da ética na ficção de Graham Greene e Philip K. Dick” (editora Garamond), que chega às livrarias na quarta-feira. Admirador de ambos, Jurandir enxergou nas obras de Greene, como “Fim de caso” e “O cerne da questão”, e Dick, como “O homem duplo” e “Andróides sonham com carneiros elétricos?” (que inspirou o filme “Blade Runner”), uma forma diferente e mais acessível de expor aos leitores suas reflexões sobre dilemas morais contemporâneos.
Em entrevista ao GLOBO em seu consultório, em Copacabana, Jurandir fala com empolgação do primeiro livro em que toma a literatura como tema e explica o que o levou a aproximar dois autores tão diferentes. Para o psicanalista, o britânico Graham Greene, um católico atormentado que expunha nos romances suas dúvidas e angústias quanto à moral tradicional, e o americano Philip K. Dick, que se transformou num ícone acidental da contracultura por suas experiências lisérgicas e tramas distópicas povoadas de androides e conspirações, têm em comum o fato de falarem sobre “a ética num mundo desencantado”.
— Greene fala do ponto de vista de uma sociedade europeia tradicional que testemunha os extertores do sistema de valores pelos quais se guiava. A obra de Dick é o prenúncio de um novo momento, mas no qual ainda há espaço para valores éticos. A grande tese de Dick é que, uma vez que não podemos saber o que é o ser humano, nem o que é realidade, qualquer ideia fixa sobre o que é real ou o que é o sujeito é destruída. Diante disso, o que resta? A liberdade, a espontaneidade, o agir moral, a preocupação com o outro — diz Jurandir.
Nesta entrevista, Jurandir expõe sua concepção de ética, que passa por uma relação necessariamente instável e arriscada com os outros e pela recusa de certezas absolutas, e defende a relevância prática da obra de filósofos como Giorgio Agamben, Jacques Derrida e Slavoj Zizek, citados em “O ponto de vista do outro”. Às vésperas da eleição presidencial, o psicanalista diz que o debate político se concentra mais em soluções pragmáticas para questões urgentes do que na discussão sobre o bem comum e afirma que “só se pode julgar uma sociedade pela maneira como ela trata os desvalidos”.
No livro você diz que sua concepção de ética está entre “a obediência à moralidade válida para todos e o respeito à inclassificável singularidade da pessoa”. Como se equilibrar entre esses dois polos?
JURANDIR FREIRE COSTA: A riqueza dos autores com que trabalhei, tanto os teóricos quanto os romancistas, reside no fato de eles não quererem contornar essa dificuldade. (Os filósofos Giorgio) Agamben, (Slavoj) Zizek e (Jacques) Derrida acreditam que a grandeza da ética está no fato de você correr permanentemente esse risco, de ser o tempo inteiro levado a discernir quando é preciso fazer exceção àquilo que você aceita como principio básico de condução da sua vida. Eu faço uma distinção entre moralismo e ética. Moralismo para mim é um tipo de atitude em que o indivíduo cristaliza uma dessas posições a que você se refere, e a partir disso ele não sabe mais negociar com a realidade e as circunstâncias — ou opta pela moralidade em relação aos outros ou pretende arbitrar continuamente aquilo que deseja. São duas posições negativas.
Como essas questões aparecem nas obras de Graham Greene e Philip K. Dick?
JURANDIR: Os dois falam da ética num mundo desencantado. Greene representa, a meu ver, o universo de dilemas éticos tradicionais, aqueles com os quais lidávamos até 1968. Ele trata das grandes questões de natureza politica, por um lado, e individual e amorosa, por outro. Seus livros têm discussões em torno do liberalismo, do socialismo, da democracia, do valor da política enquanto atividade humana que contempla o agir ético do indivíduo. E Greene também pensava as questões amorosas da forma tradicional como nos habituamos a vê-las, em termos de traição e fidelidade, ou refletindo sobre o que é o amor, como se vê em “Fim de caso”. No universo de Greene, a Justiça é o que vale para todos e o amor é o que singulariza, é aquilo que extrai da moralidade válida para todos a atitude que atende a uma necessidade individual não prevista no código.
Esse universo de dilemas éticos tradicionais representado por ele ainda existe?
JURANDIR: Diz-se que deixamos de viver nesse universo onde tínhamos regras de condutas claras e dispúnhamos de valores que nos orientavam na escolha entre o bem e o mal. Diz-se que estaríamos perdendo isso no mundo desregulado de hoje, onde a política é irrelevante, as relações amorosas tendem a se fragilizar, e a preocupação com o corpo e as experiências de alteração da percepção, além das grandes mudanças da economia e a quebra das ideologias, estariam fazendo com que não soubéssemos mais o que é certo e errado. É contra isso que eu escrevi esse livro. E para dar um exemplo do que é nosso mundo “desregulado”, tomei a ficção de Dick, que cria uma versão radicalizada disso, para mostrar que mesmo em nosso novo universo as preocupações éticas ainda existem.
Como Dick faz isso?
JURANDIR: A grande tese de Philip K. Dick é que, uma vez que não podemos saber o que é o ser humano, nem o que é realidade, qualquer ideia fixa sobre o que é real ou o que é o sujeito é destruída. Diante disso, o que resta? A liberdade, a espontaneidade, o agir moral, a preocupação com o outro. Quando Dick fala do que ele chama de “universo humano”, descreve o sujeito ético como aquele que é sensível ao outro, o antiandroide. Nos livros dele, o androide tem essencialmente três características: é indiferente ao outro; usa o outro instrumentalmente; e é incapaz de fazer exceção. “Androide”, para Dick, é a uma figura usada para falar de um ser que não tem nem liberdade nem capacidade de agir moralmente.
Você já tinha trabalhado com textos literários antes? Por que usou esse método no livro novo?
JURANDIR: Nunca tinha trabalhado com ficção, mas, como a maioria das pessoas, tenho uma relação de fascínio com a literatura. Greene e Dick me interessam porque têm uma imaginação muito próxima da realidade, por mais que isso possa parecer escandaloso em se falando de Dick (risos). Mas se você encara a realidade com o olhar dele, começa a estranhar tudo que se passa ao redor. Busquei a literatura porque não queria fazer um trabalho que fosse ilegível para a maioria das pessoas. Por isso, coloquei as seções mais técnicas em apêndices no fim do livro, para que o especialista possa ler e identificar as fontes. Se você entra num autor como Derrida e não é um especialista, pode se sentir derrotado desde o início. Eu queria que os leitores pudessem entender e sentir que esses filósofos têm contribuições à vida delas, principalmente Derrida, que é de quem me sinto mais próximo.
E qual pode ser essa contribuição de Derrida?
JURANDIR: A ideia de que nossa vida nunca vai ser uma trajetória em céu de brigadeiro (risos). Derrida fala da Justiça como risco e da ética como um “perigoso talvez”. Toda aposta ética é sem garantia, porque se você exige garantias, dá um passo atrás em direção ao moralismo. Ou nós corremos esse risco juntos ou vamos perder a face humana do mundo. Isso vale para a justiça, para o amor, para tudo. Podemos fazer uma comparação. Hannah Arendt forjou uma expressão que se tornou corrente, “a banalidade do mal”, que não significa que o mal seja banal, mas que quem faz o mal não está à altura dele: a intensidade e a profundidade do mal escapam a seus autores. Podemos dizer que Greene e Dick falam da “grandeza do bem”. Na atitude ética, também estamos muitas vezes abaixo das consequências dos nossos gestos.
Como assim?
JURANDIR: Em “O homem duplo”, por exemplo, Dick fala de um garoto drogado e imprestável, que um dia vê um mecânico debaixo de um carro e percebe que o macaco está escorregando e vai cair nele. Então aquela criatura, que parecia mergulhada na inércia, pula e salva a vida do mecânico. Nada faria prever que aquela pessoa fosse capaz desse gesto de altruísmo e dádiva em relação ao outro. O que quero dizer é que todos podemos ser agentes da banalidade do mal e da grandeza do bem. A ética é sempre uma aposta arriscada, e desse risco não podemos fugir. Se nos colocamos numa posição tranquila temos sempre certeza de tudo, e isso nos joga no moralismo, na brutalidade e na desumanidade. A grandeza da ética reside justamente no fato de que ela não é uma atitude que tem meios adequados a fins. Não é calculável, nem previsível.
Você fala na ética como o contrário das certezas absolutas. Como viu o debate eleitoral deste ano, que foi marcado por posições entrincheiradas num momento em que se esperaria diálogo e preocupação com o bem comum?
JURANDIR: Acho que isso é inevitável. Os valores mais básicos muitas vezes se diluem nas conjunturas eleitorais e não são abordados. Os candidatos são pragmáticos e estão preocupados com soluções para questões urgentes. De outro lado, porém, você tem os fundamentos éticos que dão conta do que quero para mim, de como devo conduzir minha vida e torná-la mais feliz, como devo me relacionar com o outro. A eleição passa e essas coisas ficam. Os governos vão e vêm, e as pessoas continuam vivendo, sendo responsáveis umas pelas outras e, sobretudo, pelas novas gerações. Meu ponto é: não obstante a volatilidade de governos, partidos e mercados (risos), o que fazer para continuar num caminho que nos permita dormir à noite com a consciência tranquila? Minha preocupação é com isso, mais do que com qualquer situação conjuntural.
Mas a conjuntura das eleições também é um momento em que as questões éticas se colocam, não?
JURANDIR: Claro. Quero que alguém que se candidate a representar o bem comum tenha responsabilidade por isso. Mas insisto que para mim a questão fundamental é trabalhar as coisas que concernem o indivíduo em sua relação com si mesmo e o mundo, e tudo que ultrapassa essas conjunturas. O que importa, no fim das contas, é a ideia de igualdade e justiça. (O filósofo Zygmunt) Bauman coloca isso de uma maneira muito feliz. Numa entrevista, perguntaram a ele como julgar uma sociedade. Ele respondeu que só se pode julgar uma sociedade pela maneira como ela trata os desvalidos. Se você olha a sociedade pelo lado de quem é favorecido, então o Egito Antigo era perfeito e a França de Luis XVI também. Mas Bauman diz que devemos olhar para o lado de cá e pensar que quanto menos houver opressão, discriminação e exclusão, melhor será a sociedade. Para mim, essa é a medida.
FONTE: OGlobo
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outubro 06, 2010
VII Semana de Psicologia da UERJ
dias 08 e 12 de novembro de 2010
Mesas redondas, posteres, comunicações orais, fóruns, etc.
Inscrições de trabalhos até o dia 22 de outubro.
Inscrição de trabalhos
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outubro 04, 2010
lançamento de livro

quarta, dia 6, às 11 horas,
Instituto Benjamin Constant
Avenida Pasteur, URCA.
palestra da Professora Joana Belarmino (UFPB)
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outubro 01, 2010
Encontro promove reflexão sobre os impactos do racismo e estratégias para seu enfrentamento
O I Encontro Nacional Psicólogos (as) Negros (as) e Pesquisadores (as) sobre Relações Interraciais e Subjetividade no Brasil (I Psinep), que acontece entre os dias 13 e 15 de outubro de 2010, em São Paulo, é precedido por debates preparatórios realizados em todo o Brasil.
O primeiro aconteceu em São Paulo, no dia 30 de julho, com cerca de 100 participantes, contando com transmissão e participação pela internet. O segundo, em Goiânia, reuniu cerca de 70 pessoas e foi realizado dia 17 de agosto.
Os próximos acontecem no Rio de Janeiro, na Bahia, no Pará, em Minas Gerais e no Distrito Federal. Informações sobre datas acesse PSINET
De acordo com Maria Lúcia da Silva, da organização do evento, os debates preparatórios são fundamentais para trazer as perspectivas locais sobre o tema e mobilizar o público para reflexão e participação no I Psinep.
O Encontro tem como objetivo organizar um segmento da categoria de psicólogos (as) que, por suas especificidades étnico-raciais, enfrenta barreiras sociais para seu pleno desenvolvimento, dessa forma, almeja-se avançar nas discussões.
Além disso, pretende apresentar um panorama dos estudos e trabalhos desenvolvidos sobre a questão racial e Psicologia por meio de comunicações orais e pôsteres e traçar um plano de ação para ampliar as linhas de pesquisas e trabalhos relacionados à temática.
“A expectativa é que a gente possa reunir o maior número possível de psicólogos negros e também psicólogos que estejam sensibilizados na reflexão sobre os efeitos e impactos do racismo e que tenha disponibilidade interna para pensar estratégias para mudar esse quadro”, disse Maria Lúcia.
As discussões serão norteadas por três eixos: 1. Relações históricas da Psicologia com o racismo: a produção de conhecimento, a prática e a formação; 2. Racismo e sofrimento psíquico: desafios para a Psicologia e os (as) psicólogos (as); 3. A configuração do mundo profissional e social para o (a) psicólogo (a) negro (a) no Brasil.
De acordo com estimativas da organização, o encontro reunirá 350 participantes, no Instituto de Psicologia – Universidade de São Paulo (USP). As atividades programadas são conferência, mesas-redondas, rodas de conversa, comunicações orais e pôsteres e oficinas. São esperados psicólogos (as) negros (as) das diversas áreas (saúde organizacional e trabalho, educação, hospitalar, direitos humanos, entre outras), pesquisadores da temática étnico-racial e subjetividade, estudantes de Psicologia e interessados pela temática étnico-racial na Psicologia.
O Encontro conta com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) da Presidência da República.
Leia aqui a nota.
Inscrições
Fonte: POL
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Debate on line Uma Psicologia para a América Latina
A comemoração do Dia da Psicologia Latino-Americana será marcada por um debate, transmitido ao vivo via internet, com participação do Brasil e de mais quatro países da América Latina. O debate ocorre dia 6 de outubro, às 19h30min (horário de Brasília), com transmissão on line pelo site POL e tem como mote “Uma Psicologia para a América Latina: entre nessa conversa!”.
O convite é para que os participantes –profissionais, pesquisadores, estudantes - conversem sobre a construção da Psicologia para a América Latina e, juntos, possamos pensar as urgências e necessidades da região. A União Latino-Americana de Entidades da Psicologia (Ulapsi), organizadora do evento, pretende que sejam levantadas sugestões e apontados caminhos para a efetiva integração entre as ações dos países participantes da entidade.
Com a presença e coordenação da Secretária Executiva da Ulapsi, Ana Mercês Bahia Bock, farão parte desta conversa, ao vivo, pelo lado brasileiro, as entidades brasileiras filiadas à ULAPSI que puderem estar representadas presencialmente no local da transmissão.O debate também vai conectar entidades da Psicologia de diversos países.
Perguntas e informes sobre locais a partir de onde se acompanham os debates serão recebidas pelo email eventos@pol.org.br.
O evento conta com apoio do Conselho Federal de Psicologia.
Participe!
Reúna seus alunos e colegas na universidade!
Entre nessa conversa!
Data: 6 de outubro
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Veja aqui o vídeo comemorativo do Dia da Psicologia Latino-Americana
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setembro 29, 2010
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO
Vagas: 11 vagas A.C. + 1 P.N.E. para o cargo 5 “ Analista Executivo em Metrologia e Qualidade: Gestão Pública”
4 vagas A.C. para o cargo 17: “Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade: Educação à distância”
1 vaga A.C. para o cargo 47: “Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade: Psicologia”
6 vagas A.C. + 1 P.N.E. para o cargo 48: “Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade: Recursos Humanos”
Carga Horária: 40 horas semanais
Vencimentos: Entre R$ 5.964,34 e R$ 7.563,01
Prazo de Inscrição: 01 a 21/10/2010
Taxa: R$ 120,00
Data da prova: 12/12/2010
Informações: CESPE UNB
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Concurso: Universidade Federal Fluminense – UFF
Vagas: 2 vagas de Psicólogo com lotação no Município de Campos dos Goytacazes
2 vagas de Psicólogo com lotação no Município do Rio de Janeiro
2 vagas de Técnico em Assuntos Educacionais com lotação no Município de Campos dos Goytacazes
2 vagas de Técnico em Assuntos Educacionais com lotação no Município do Rio de Janeiro
Carga Horária: 40 horas semanais
Vencimentos: R$ 2.989,24
Prazo de Inscrição: 21/09 a 05/10/2010
Taxa: R$ 65,00
Data da prova: 24/10/2010
Informações e Edital: UFF
Residência Multiprofissional do Hospital Universitário Pedro Ernesto – HUPE/UERJ
Vagas: 5 vagas para Psicologia Clínico-Institucional
Vencimentos: R$ 1.916,45
Prazo de Inscrição:09 a 30/09/2010
Taxa: R$ 110,00
Data da prova: 02/11/2010
Informações: CEPUERJ
setembro 28, 2010
Seminário "Espirais de poder e prazer: a partir de Michel Foucault"
Seminário "Espirais de poder e prazer: a partir de Michel Foucault"
Dias: 1º, 8 e 22 de outubro de 2010.
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setembro 23, 2010
Processo Seletivo
Processo Seletivo Simplificado para contratação de pessoal por tempo determinado da Prefeitura Municipal de Varre-Sai
Vagas: 1 vaga + Cadastro de Reserva para Psicólogo
Vencimentos: R$ 1.168,12
Prazo de Inscrição: prorrogado até o dia 24/09/2010
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Processo Seletivo Simplificado para contratação de pessoal por tempo determinado da Prefeitura Municipal de Varre-Sai
Vagas: 1 vaga + Cadastro de Reserva para Psicanalista OBS: Pré-requisito: “Curso de Nível Superior em qualquer na área/ Curso de especialização em Psicanálise / Registro no Órgão competente” (item 2.3. do edital).
Vencimentos: R$ 1.168,12
Prazo de Inscrição:prorrogado até o dia 24/09/2010
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Curso de Especialização em Psicologia Jurídica
Uerj
Curso de Especialização em Psicologia Jurídica
Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Psicologia Jurídica da UERJ no período de 25 de agosto a 30 de setembro de 2010.
Acesse o edital no site do Instituto de Psicologia ou do Cepuerj
Para maiores informações, ligue para 2334-0384, de 2a a 5a das 16h às 20h ou escreva para psijur@uerj.br
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seleção de profissionais para as equipes da UPP Social
Iniciou o processo de seleção de profissionais para compor as equipes locais e para complementar a equipe central da UPP Social, dentro dos perfis descritos abaixo.
Os Currículos devem ser enviados para Flávia Tavares, pelo email ftavares.socialrj@gmail.com
EQUIPES LOCAIS (vão atuar nas dez comunidades pacificadas)
1. Gestores Locais. Profissionais responsáveis pela coordenação das ações locais em cada uma das favelas em que as UPPs estão instaladas. Recomenda-se nível de pós-graduação, de preferência mestrado ou doutorado, concluído ou em curso, nas áreas sociais, humanas ou ambientais e experiência de trabalho e/ou vivência em favelas ou bairros populares. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$4.200,00
2. Assistentes de Gestores Locais. Profissionais que atuarão nas unidades locais, sob a coordenação dos gestores. Recomenda-se graduação, concluída ou em curso, de preferência nas áreas sociais, humanas ou ambientais e experiência de trabalho e/ou vivência em favelas ou bairros populares. Também buscamos profissionais com experiência nos temas que serão foco do trabalho local, como juventude, articulação de lideranças comunitárias e comunicação. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$1.647,00
COMPLEMENTAÇÃO DA EQUIPE CENTRAL (vão atuar na Secretaria)
3. Pontos Focais (2 vagas). Profissionais que vão integrar a equipe central e serão responsáveis por manter as articulações com os parceiros do setor público, do setor privado e do terceiro setor. Recomenda-se experiência em administração pública, privada ou no terceiro setor. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$4.200,00
4. Técnicos de Gestão em Projetos (2 vagas). Profissionais que vão integrar a equipe central e serão responsáveis por apoiar a gestão do Programa UPP Social. Recomenda-se graduação concluída e cursos complementares em gestão de projetos, além de experiência em gestão pública ou privada. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$3.617,00
5. Técnicos de Gestão em Informação (2 vagas). Profissionais que vão integrar a equipe central e serão responsáveis pela gestão do conhecimento e das informações. Recomenda-se conhecimento no desenvolvimento de bases de dados, estatística, ferramentas de pesquisas quantitativas e domínio em SPSS, Access e outros programas de dados. Experiência em Tecnologia da Informação (TI) é desejável. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$3.617,00
6. Técnico de Gestão em Educação (1 vaga). Profissional que vai integrar a equipe central e ficará responsável pelo treinamento e formação continuada das equipes. Recomenda-se especialização e experiência em treinamentos e formação. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$3.617,00
7. Assistentes Administrativos (2 vagas). Profissionais que vão integrar a equipe central e vão trabalhar como assistentes dos Pontos Focais e Técnicos de Gestão. Recomenda-se experiência no setor público. Carga horária: 40 horas. Salário previsto: R$2.294,00
Atenção: os currículos só serão aceitos se enviados para Flávia Tavares (ftavares.socialrj@gmail.com), com meção clara do cargo pretendido.
Silvia Ramos
Subsecretária de Ação Integrada no Território - UPP Social
Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos
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Seminário Latinoamericano de Juventude e Política, e o IV Internúcleos sobre Juventude e Política
NIPIAC - Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Intercâmbio para a Infância e Adolescência Contemporâneas
O Programa de Pós-graduação em Psicologia, por meio de seu Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Intercâmbio para a Infância e Adolescência Contemporâneas – NIPIAC, realizará nos dias 20 a 22 de outubro de 2010, no Campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Seminário Latinoamericano de Juventude e Política, e o IV Internúcleos sobre Juventude e Política.
O evento visa reunir pesquisadores latinoamericanos para a troca e o aprofundamento de questões acerca da participação política e social dos jovens no mundo contemporâneo.
VEJA A PROGRAMAÇÃO
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Encontre Noos - Justiça Restaurativa
A Justiça Restaurativa coloca em cheque o paradoxo de se pretender acabar com a violência por meio de práticas e de ações igualmente violentas que, constantemente, realimentam este indesejado ciclo.
O modelo surge em contraposição ao sistema penal vigente, que pauta suas práticas nas ideias estruturantes do modelo institucional da Justiça Retribuitiva, isto é, a procura de soluções para os conflitos com base em padrões socialmente instituídos: a busca do culpado, a identificação da lei violada e a atribuição de uma pena. O exemplo Restaurativo propõe substituir a culpa pela responsabilidade, a violação da lei pela violação da relação e a pena pela reparação.
Ao envolver todos os afetados por um conflito intersubjetivo, disciplinar ou correspondente a um ato de infração, reunindo-os na busca coletiva da forma de lidar com o resultado da situação e suas implicações futuras, a abordagem da Justiça Restaurativa apresenta uma resposta centrada no ofensor, na vítima e em suas redes, oferecendo recursos para uma coexistência em meio às diferenças.
A Justiça Restaurativa vem sendo percebida como uma das metodologias que melhor responde à crescente preocupação com a judicialização dos conflitos relacionais em nossa sociedade. Tem sido aplicada em países como Canadá, Estados Unidos, Irlanda, Irã, Senegal, Nova Zelândia, Colômbia e até mesmo no Brasil - com resultados exitosos.
Com:
Célia Passos
Mestre em Direito e Sociologia, advogada, professora e facilitadora em processos circulares e outras práticas restaurativas. Fundadora do ISA-ADRS (Instituto de Soluções Avançadas - Alternative Dispute Resolution System), instituição com forte atuação na Mediação de Conflitos, Facilitação de Diálogos e Processos de Negociação para decisões fundadas em consenso com presença nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. é autora de diversos artigos e do livro Mediação, Arbitragem e Composição de Conflitos Regulatórios, Relacionamento com outras agências de Controle, editado pela INATEL.
Evento gratuito
18 de outubro - segunda-feira - 19h às 21h
Informações: cursos@noos.org.br
Instituto Noos
Rua álvares Borgerth, 27
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Primeiro Seminário Internacional de Análise Institucional e Saúde Coletiva
O Primeiro Seminário Internacional de Análise Institucional e Saúde Coletiva, a ser realizado nos dias 29, 30 e 31 de outubro de 2010, na Escola de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense em Niterói/RJ, tem a pretensão de ser um marco para o debate sobre Saúde Coletiva em três níveis: regional, nacional e internacional e resulta de uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense/UFF e a Universidade
Estadual de Campinas/Unicamp, através do Diretório de Pesquisa Análise Institucional e Saúde Coletiva/CNPq, sediado no Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Ciências Médicas desta universidade.
O principal objetivo deste evento é promover, mediante a realização de conferências, debates, painéis temáticos e exposição de pôsteres, um diálogo entre os profissionais que se interessam pelo campo da Análise Institucional, abordando os trabalhos que vêm sendo realizados por docentes e pós graduandos do referido diretório que provêm de diversas instituições, dentre as quais a Universidade Federal Fluminense, a Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG, a Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP, a Pontifícia Universidade Católica/Puc-Campinas, bem como das Secretarias de Saúde de Campinas, Sorocaba, Amparo, Diadema/SP e Paraisópolis/MG.
Com reconhecida e marcada atuação na produção de dissertações de mestrado, teses de doutorado e artigos diversos, atuação em disciplinas na Residência em Medicina Preventiva e Social e Especialização, na pós-graduação em Saúde Coletiva, bem como em outros cursos da área da saúde e na integração ensino-serviço, o Diretório vem realizando investigações nesta área e consolidando uma produção científica comprometida com a melhoria das condições de saúde das comunidades.
A expectativa é que o evento propicie o diálogo com outros parceiros e instituições, possibilitando o desenvolvimento de intercâmbio científico entre pesquisadores, gestores, profissionais de saúde e militantes dos movimentos sociais em saúde e favorecendo, efetivamente, o desenvolvimento de novos conhecimentos que impactem a
formulação e implementação de políticas e/ou estratégias de saúde.
Internacionalmente, o encontro estará consolidando a parceria com pesquisadores de universidades francesas, ao mesmo tempo em que amplia as ações na produção de conhecimento que articula Análise Institucional e Saúde Coletiva.
ATENÇÃO: O PRAZO PARA ENVIO DE TRABALHOS SE ENCERRARÁ ÀS 24H DO DIA 8 DE OUTUBRO.
Maiores detalhes sobre a programação do Seminário e orientação para o envio de trabalho
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II Seminário Municipal População Negra e Saúde Mental
Com base na Política Nacional de Saúde Mental que tem como desafio a promoção da equidade e nas recomendações da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra estaremos realizando o II Seminário População Negra e Saúde Mental do Minicípio do Rio de Janeiro. O seminário é uma realização do Instituto Psicossomática Psicanalítica Oriaperê em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC) e conta com o apoio do Conselho Regional de Psicologia 5ª Região (CRP/RJ) e do Comitê Técnico de Saúde da População Negra da SMSDC. Esse evento faz parte da Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra.
Objetivos
Refletir sobre os impactos do racismo na subjetividade e saúde mental da população negra e sensibilizar gestores e profissionais de saúde sobre o tema.
Quando
05 de outubro de 2010
Onde
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Rua São Francisco Xavier 524 - Auditório 53 (5º andar)
Horário
08 às 17h
Informações e inscrições pelo e-mail:
fernando.nova@smsdc.rio.rj.gov.br
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setembro 16, 2010
CPFL Cultura apresenta em Sorocaba
"O sonho de um homem ridículo"
Com Elke Maravilha e Clóvys Torres
No dia 22 de setembro a CPFL Cultura apresenta em Sorocaba a leitura dramática da peça "O sonho de um homem ridículo", de Fiódor Dostoievski, com adaptação e direção de Rubens Curi. O texto, originalmente um monólogo, tem, nesta adaptação, a interpretação do narrador desdobrada para um ator (Clóvys Torres) e uma atriz (Elke Maravilha). Esta concepção objetiva comunicar, tanto que sua mensagem independe de gênero, como que o conflito proposto tem suas bases nos matizes das relações entre concreto e o abstrato, a razão e a emoção, a luz e a sombra, revelando que é na soma da diversidade humana que está a unidade: sejam quais forem nossas diferenças genéticas ou culturais, almejamos e tememos fundamentalmente as mesmas coisas.
O evento integra a programação do projeto Letras em Cena - Leituras Dramáticas e Poéticas, idealizado por Clóvys Tôrres e Marina Mesquita com o objetivo de promover encontros entre autores, atores, poetas, produtores, diretores e o público, revelando o primeiro processo de uma montagem teatral: a leitura de mesa, momento em que começam os entendimentos sobre o texto, autor, período histórico, importância da obra, entre outros aspectos.
A programação da CPFL Cultura em Sorocaba é realizada no Auditório da CPFL Piratininga (Avenida Armando Pannunzio, 1555 - Jd. Romilda), com entrada gratuita e por ordem de chegada, a partir das 18h (capacidade: 90 lugares). Classificação: livre. Mais informações no site www.cpflcultura.com.br
"O sonho de um homem ridículo"
Na obra, Dostoievski nos fala de um homem que se julga ridículo e que todos assim o vêem. Com isso, desenvolve um profundo desinteresse por todos os assuntos que envolvam a humanidade e decide se matar. No dia escolhido, acontece de ele cometer uma atitude de não compaixão para com o sofrimento de uma pobre garotinha; e lhe vêm reflexões sobre sua ligação afetiva com a humanidade, o que o impede de cometer o suicídio. Mas dorme repentinamente e tem um sonho muito vívido onde se mata e é levado para uma "Terra" igual a nossa, com a diferença de que é um paraíso onde todos vivem em harmonia e em meio a muita beleza. Lá, suas dores e angústias, alimentadas na outra Terra, acabam por deflagrar a deterioração daquela gente. Em sua culpa, pede que o martirizem a fim de que possa, em seu sacrifício, resgatar para aquele mundo a felicidade perdida. Mas é ridicularizado e expulso. Então, acorda do sonho! Tendo a revelação da verdade, decide pregar incansavelmente pelo mundo afora que: a vida é uma benção, que os homens precisam amar uns aos outros e que a vida e a felicidade não devem ser sufocadas pelo conhecimento que delas acumulamos!
É um sonho! O sonho de amor e harmonia buscado através de tantos séculos pela alma humana perdida nas arapucas confortáveis e nas torturantes amarras dos sistemas políticos, ideológicos e religiosos. O que fazer? O sonho aconteceu, revelou, transformou... E agora? Pregar a boa nova? Que ridículo um ser que a isto se dedica de forma íntegra! Quão ridículo sempre foi este ser humano para chegar a este ponto de loucura: querer salvar a humanidade!
Programação completa:
22 de setembro - 19h
"O sonho de um homem ridículo" (Fiódor Dostoievski)
Direção e adaptação de Rubens Curi.
Com Elke Maravilha e Clóvys Torres.
20 de outubro - 19h
"Adeus aos casais"
Texto e direção de Leo Lama.
Com Taumaturgo Ferreira e convidada.
24 de novembro - 19h
"Cordélia Brasil"
Direção de Nelson Baskerville.
Com Mauricio Machado, Gabriela Alves e Daniel Alvim.
ançamento da revista Imaginário número 16
Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória (NIME)
Laboratório de Estudos do Imaginário (LABI)
Universidade de São Paulo
O NIME-USP e o LABI-IPUSP convidam para o coquetel de lançamento da revista Imaginário número 16: Imaginário e Arte, que será realizado no dia 20 de setembro (2a. feira) na Livraria da Vila (Vila Madalena), das 18h30 às 21h30.
Às 19h30 no Auditório da livraria ocorrerá o "Conversa com Arnaldo Battaglini".
Trata-se de um número temático da revista Imaginário sobre Arte. Os artigos contemplam uma diversidade de expressões artísticas, desde uma perspectiva interdisciplinar, tais como música, crítica de arte, cinema, graffiti, dança, literatura, artes plásticas, pintura corporal e arte plumária indígenas, abrigando diferentes leituras e contextos culturais e históricos.
Data: 20/09/2010 (2a. feira)
Horário: 18h30 às 21h30
Local: Livraria da Vila (Vila Madalena - Fradique Coutinho)
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena – SP.
Marcadores: Agenda, Cultural, Publicação
EM CINE - CICLO DE DEBATES
Sobre relacionamentos familiares. Toda última 4ª feira do mês será exibido um filme, acompanhado de debate coordenado por um profissional especializado
Exibição do filme:
de Sérgio Bianchi (BRA, 2005)
Tema:
Empreendedorismo Social
Sinopse:
O filme propõe uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, a qual promove uma solidariedade de fachada. No século XVIII, época da escravidão explícita, os capitães do mato caçavam negros para vendê-los aos senhores de terra com um único objetivo: o lucro. Nos dias atuais, o chamado Terceiro Setor explora a miséria preenchendo a ausência do Estado em atividades assistenciais, que na verdade também são fontes de muito lucro.
Coordenação do debate:
Filipe Luiz Pereira de Oliveira
Graduando em Administração pela UFF e mestrando em Gestão com Especialização em Empreendedorismo e Inovação pela Universidade de Évora / Portugal.
Data: 22 de setembro 2010 (4ª feira)
Horário: das 17:30 às 20:30
Local: UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524,
10º andar, Bloco D, sala 10.030, SPA - Maracanã
Inscrições 10 min. antes do evento
Informações: (21) 2334-0872 ou proadol@uerj.br
Conferimos declaração de participação
ENTRADA FRANCA
Realização:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Instituto de Psicologia- IP
Programa de Formação em Direitos da Infância e da Juventude - Pró-Adolescente
Apoio:
RG VÍDEO LOCADORA
Av. 28 de setembro, 210 - Loja 6
Tel.: (21) 2567-5042
cine-debate
A subsede da Baixada Fluminense do CRP-RJ convida todos os psicólogos da região para a primeira edição do Espaço Cine Psi, no dia 23 de setembro, de 17h30 às 20h30. A atividade terá a exibição do documentário Sicko - $O$ Saúde, de Michael Moore, seguido de debate.
O encontro ocorrerá na própria subsede, localizada em Nova Iguaçu
Rua Sebastião Herculano de Mattos nº 41,
Centro (próximo à estação de trem e à Cruz Vermelha)
Para mais informações
telefone (21) 2768-0007
(21) 2768-0007
e-mail subsedeni@crprj.org.br
Ceperj abre inscrições para processo seletivo do Iabas na área da Saúde
02/09/2010
Fonte: CEPERJ
São oferecidas 2.484 vagas, no município do Rio, com salários até R$ 7.500
Profissionais da área de saúde têm a chance de conquistar salários de até R$ 7.500. A Fundação Ceperj (Centro Estadual de Pesquisas, Estatísticas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) abre inscrições para o processo seletivo do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC), com vistas à contratação temporária, nesta sexta-feira (3/9). São 737 vagas para preenchimento imediato e 1.747 para o cadastro de reserva, com salários de R$ 710 a R$ 7.500, distribuidas em 21 cargos para profissionais dos níveis superior, médio e fundamental. A carga horária é de 40 horas semanais, exceto para as vagas de médico, de 20 horas.
As inscrições ficarão abertas até 26 de setembro, com taxas de R$ 60, R$ 35 e R$ 20, respectivamente, para cargos de níveis superior, médio e fundamental. A ficha deve ser preenchida na página da Ceperj: www.ceperj.rj.gov.br, onde nesta quinta-feira (2/9) está disponível o edital, com cronograma, quadro de cargos e salários e boleto bancário, que poderá ser pago em qualquer agência bancária até o dia 27 desse mês.
A Fundação disponibiliza ainda três postos de inscrição presencial: na sede da Ceperj, na Avenida Carlos Peixoto, 54, térreo, Botafogo, de segunda a sexta-feira, de 10h às 16h; no Centro Municipal de Saúde Belizário Penna, na Rua Franklin, 29, Campo Grande, de segunda a sábado, de 10 às 17h; na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, na Rua Ribeiro Dantas, 571, Guilherme da Silveira, Bangu, de segunda a sábado, de 10h às 17h.
As vagas são para o ingresso na Estratégia Saúde da Família (ESF), no município do Rio de Janeiro, nos bairros de Bangu, Padre Miguel, Realengo, Senador Câmara, Vila Kenedy, Campo Grande, Cosmos, Guaratiba, Inhoaíba, Mendanha, Santa Margarida e Santíssimo.
Para o diretor de Concursos e Processos Seletivos da Ceperj, Marcus São Thiago, este processo seletivo deve atrair milhares de candidatos.
- É muito gratificante a atuação da Fundação Ceperj ao realizar mais uma seleção para a área de saúde do Rio de Janeiro, onde esperamos atrair milhares de candidatos, visto que, além de serem oferecidas centenas de vagas para cargos em diversos níveis de ensino, os salários estão acima da média do mercado – frisa São Thiago, que orienta ainda os candidatos a fazerem suas inscrições antecipamente para evitar possíveis congestionamentos na rede.
Para os cargos de nível superior há vagas para: cirurgião-dentista, enfermeiro, famacêutico, médico, assistente social, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico ginecologista/obstetra, médico pediatra, médico psiquiatra, nutricionista, professor de educação física, psicólogo, sanitarista e terapeuta ocupacional. Os de nível médio são: auxiliar administrativo, técnico de enfermagem, técnico de farmácia e técnico de saúde bucal. Os de nível fundamental são para preencher os cargos de agente comunitário de saúde e auxiliar de saúde bucal.
Este processo seletivo terá somente prova objetiva para todos os cargos, que serão realizadas no dia 24 de outubro. A avaliação de currículos e títulos serão entre os dias 22 e 26 de novembro. A previsão é para o gabarito ser divulgado no dia 26 de outubro e o resultado final em 17 de dezembro.
Marcadores: Concurso, oportunidade
setembro 02, 2010
Comunicado Especial

Prezados amigos do CanalPsi Revista, em função do nascimento do bebê da psicóloga Marcia Amendola, CRP 05/24729, administradora e responsável por este blog e site CanalPsi, as atividades e atualizações serão momentaneamente interrompidas.
Conto com o apoio e carinho dos amigos nesse momento muito especial.
Atenciosamente
Marcia Amendola
Psicóloga
CRP 05/24729
Marcadores: Data Comemorativa, notícias
agosto 25, 2010
PARACAMBI: MANICÔMIO A CÉU ABERTO
Carta aberta do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro
O Programa de Saúde Mental do município de Paracambi tem apresentado perspectiva manicomial de gerir a saúde pública contrariando os interesses dos usuários destes serviços, dos seus familiares, dos trabalhadores e da política nacional de Saúde Mental preconizada pela Lei 10.216, de 6 de abril de 2001, também conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica. Denunciamos nesta carta as seguintes atitudes protagonizadas recentemente pela atual secretaria de saúde:
* Desmonte das práticas antimanicomiais de trabalho direcionadas ao cuidado na perspectiva da construção de autonomia, inserção social e respeito às diferenças.
* Constantes demissões dos trabalhadores, desestruturando equipes comprometidas com o processo de desinstitucionalização e o paradigma da atenção psicossocial.
* Fragilidade nas formas de contratos de trabalho dos profissionais: ausência de concurso público e remuneração salarial vergonhosa.
* Precarização da assistência nos serviços substitutivos: CAPS, centro de convivência, ambulatório infantil e residências terapêuticas.
* Utilização do dinheiro público para reformas no manicômio Dr. Eiras que tem prazo de fechamento determinado pela justiça para outubro de 2010.
* Massificação do cuidado em saúde mental, através de atitudes arbitrárias e que desrespeitam singularidades dos moradores das Residências Terapêuticas, tal como recolhimento dos cartões bancários destes.
Portanto, o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, instituição comprometida com o Sistema Único de Saúde, a Reforma Psiquiátrica e o Movimento da Luta Antimanicomial, pronuncia-se contrário a essas atitudes da Secretaria de Saúde do Município de Paracambi. Entende também que o caso de Paracambi não é isolado de um conjunto de ações que se repetem na gestão das políticas de saúde mental de outros municípios e estados brasileiros, que insistem na reabertura de leitos em hospitais psiquiátricos e no desmonte de serviços estruturados nos moldes do paradigma psicossocial.
AS LÓGICAS MANICOMIAIS NÃO ESTÃO RESTRITAS AOS MUROS DO HOSPÍCIO, SENDO ANTES UM MODO DE CUIDAR E SE RELACIONAR COM A LOUCURA.
24 de agosto de 2010
Marcadores: notícias, Orientação
AOS PSICÓLOGOS DO RIO DE JANEIRO
O Conselho Regional de Psicologia da 5ª Região torna público seu posicionamento a respeito da ampla divulgação na imprensa de supostos psicodiagnósticos impingidos ao goleiro do Clube de Regatas Flamengo, Bruno, por parte de psicólogos. Nossas colocações estão norteadas pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo - CEPP - (Resolução CFP nº 010/05), documento de caráter nacional que normatiza a atuação dos psicólogos.
Em seu Artigo 1º, que versa sobre os deveres fundamentais dos psicólogos, este documento diz “b) Assumir responsabilidades profissionais somente por atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica e tecnicamente”. Entendemos que somente a partir de um trabalho de atendimento e/ ou acompanhamento minimamente sistemático, pode-se apontar hipóteses diagnósticas tecnicamente balizadas e que tal trabalho se dá em um processo onde interagem ambos analisador e analisado. Sabendo que nenhum dos psicólogos que vêm tendo declarações publicadas atendeu ou acompanhou o caso em questão, afirmamos que tais afirmações não têm a consistência teórica fundamental de que necessitam para ser eticamente comprometidas e tecnicamente válidas.
Destacamos, ainda, as alíneas f e g do mesmo artigo, que versam, respectivamente: “Fornecer, a quem de direito, na prestação de serviços psicológicos, informações concernentes ao trabalho a ser realizado e ao seu objetivo profissional”; e, “Informar, a quem de direito, os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos, transmitindo somente o que for necessário para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário”. Problematizamos, dessa forma, a ampla divulgação de suposto diagnóstico de psicopatia, cuja demanda se deu a partir de uma comoção pública e não a partir do próprio sujeito em questão e/ou de órgãos competentes, como a Justiça. Ressaltamos que, quando é este último o caso, há o compromisso estrito de sigilo profissional que envolve qualquer declaração. A este respeito os artigos 9º e 10 do CEPP são categóricos:
“Art. 9º – É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional.
Art. 10 – Nas situações em que se configure conflito entre as exigências decorrentes do disposto no Art. 9º e as afirmações dos princípios fundamentais deste Código, excetuando-se os casos previstos em lei, o psicólogo poderá decidir pela quebra de sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo. Parágrafo único – Em caso de quebra do sigilo previsto no caput deste artigo, o psicólogo deverá restringir-se a prestar as informações estritamente necessárias”.
Especificamente a respeito de divulgação em meios de comunicação, o documento que dispõe sobre as práticas da categoria é claro e contundente:
“Art. 2º – Ao psicólogo é vedado: q) Realizar diagnósticos, divulgar procedimentos ou apresentar resultados de serviços psicológicos em meios de comunicação, de forma a expor pessoas, grupos ou organizações.”
“Art. 19 – O psicólogo, ao participar de atividade em veículos de comunicação, zelará para que as informações prestadas disseminem o conhecimento a respeito das atribuições, da base científica e do papel social da profissão”.
Visamos com esse pronunciamento orientar a categoria a respeito da importância e seriedade do compromisso com práticas eticamente comprometidas e que não firam os direitos de todos os envolvidos neste caso de grande apelo popular, assim como em quaisquer outros.
Salientamos que tanto nós, Conselho Regional de Psicologia, quanto todos os profissionais psicólogos no exercício de sua profissão devemos contribuir para o fortalecimento e ampliação do significado social da profissão, zelando pela construção da Psicologia enquanto ciência e profissão comprometida com a garantia dos Direitos Humanos. Finalizamos esse comunicado ressaltando a obrigação de todo profissional psicólogo de conhecer, divulgar e cumprir e fazer cumprir o Código de Ética Profissional do Psicólogo (Artigo 1º, alínea a, do CEPP).
Marcadores: notícias, Orientação
agosto 23, 2010
Artigo destaca presença da Marcha dos Usuários pela Reforma Psiquiátrica Antimanicomial no Planalto
Artigo publicado nesta sexta sexta-feira, 20 de agosto, no jornal Correio Braziliense destaca a presença dos usuários de saúde mental na sede do governo Federal como evento marcante. Para o CFP, o texto é importante vitória da luta e reconhecimento da relevância da Marcha, realizada em agosto de 2009.
Palácio do Planalto: volta às origens
Brasília, sexta-feira, 20 de agosto de 2010.
Gilberto Carvalho
Chefe do Gabinete Pessoal do presidente da República
Paulo Maldos
Assessor especial do Gabinete Pessoal do presidente da República
Representantes da luta antimanicomial foram recebidos no Palácio do Planalto. No final da reunião, foram convidados para conhecer o gabinete do presidente. Emocionados, circularam entre os móveis, em respeitoso silêncio. Ao deixarem o local, um ex-interno em instituição psiquiátrica sentou-se na cadeira presidencial, enquanto outro lhe apontava a máquina fotográfica. Quando o flash explodiu, um sorriso luminoso inundava o seu rosto. O mais frágil dos excluídos, por um breve instante, sentia-se o mais importante dos brasileiros.
O Palácio do Planalto foi concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer como espaço de fácil contato com a população brasileira. Suas paredes envidraçadas, a ausência de muros e a rampa de ligação com a rua sugerem transparência e acessibilidade. No entanto, o local logo perdeu esse significado: o golpe de Estado de 1964, instaurando a ditadura militar, tornou a sede de governo um símbolo da concentração de poder e do sigilo.
O fim da ditadura, em 1985, e a promulgação da Constituição Federal, em 1988, deram novo alento à participação popular. A cidadania brasileira ganhou impulso para fortalecer as organizações civis, disseminando o protagonismo dos movimentos populares e institucionalizando a participação política da sociedade.
Os presidentes da República eleitos desde 1989 conviveram com a crescente participação da sociedade brasileira e testemunharam o aprendizado dos seus representantes, que iam deixando de ser apenas contestadores e tornando, cada vez mais, propositores de políticas públicas para o país. O Palácio do Planalto, no entanto, permaneceu como espaço de circulação quase exclusiva das elites econômicas e políticas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, em 2002, adquiriu significado especial para as entidades da sociedade civil. O presidente Lula é produto das lutas populares iniciadas nos anos da ditadura, que continuaram com a transição democrática e se desdobraram nos anos 90, propondo novas formas de relação entre o Estado e a sociedade. Enraizado nos movimentos sociais, Lula foi aliado de inúmeras lideranças populares e sindicais e sua eleição trouxe, para o centro do poder, toda uma rede de relações construídas ao longo das últimas décadas.
Os representantes da sociedade civil buscaram manter com o presidente eleito a interlocução estabelecida ao longo dos anos, na certeza de que seriam ouvidos e, principalmente, compreendidos.
A partir daí, o Palácio do Planalto foi tomado pela presença inédita de indígenas, quilombolas, pequenos agricultores, mulheres camponesas, trabalhadores sem terra, moradores de rua, quebradeiras de coco, ribeirinhos, seringueiros, pescadores, atingidos por barragens, sindicalistas, portadores de hanseníase, militantes da luta antimanicomial, do movimento negro, das lutas pelos direitos dos homossexuais, das lutas pelos direitos humanos etc.
A sede de governo foi desmistificada, ocupada física e politicamente por representantes dos setores mais marginalizados historicamente em nosso país. Tais representantes entraram nas suas dependências e foram ali recebidos com respeito.
O Palácio do Planalto parece haver encontrado, finalmente, sintonia com sua concepção original: a transparência física com relação ao seu entorno passou a ser acompanhada pela transparência política com relação aos homens e mulheres comuns. A nossa experiência política indica que a transformação social no Brasil vem ocorrendo como uma caminhada contínua, com o protagonismo dos setores populares, que vêm ocupando os espaços físicos e políticos que lhes dizem respeito.
O Palácio do Planalto, para onde, nestes últimos sete anos, os setores populares vieram trazer sua presença militante, se tornou hoje terreno conhecido e humanizado. Agora que o povo entrou e finalmente se familiarizou com esse espaço símbolo do poder, esperamos que não deixe, nunca mais, de ser seu hóspede mais querido e habitual.
Neste momento de devolução do Palácio do Planalto restaurado desejamos ressaltar a dimensão simbólica desse ato, de entrega ao país de seu centro de poder renovado, que volta a pertencer, de maneira transparente e plena, a todo o povo brasileiro.
Fonte:POL
III CBP promove diálogo entre ciência e profissão
Entre os dias 3 e 7 de setembro de 2010 será realizado, em São Paulo, o III Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão. O evento, maior encontro de psicólogos do país, agrega experiências de pesquisa e do exercício profissional, facilitando o diálogo entre psicólogos que atuam em uma ou outra vertente da profissão.
No III CBP, psicólogos, estudantes, professores e pesquisadores da área discutem questões para aprofundar e qualificar o compromisso para a construção de uma sociedade justa e igualitária, que respeita e promove os direitos humanos e sociais.
A conselheira do CFP, Acácia Angeli, integrante da Comissão Científica do Congresso, explica que o CBP é um congresso científico que pretende reunir profissionais da área para um intercâmbio de ideias e de experiências. O diálogo entre a ciência e a profissão é propiciado pela valorização tanto dos trabalhos científicos como das experiências profissionais.
Com o intuito de mostrar a diversidade da Psicologia, os trabalhos trazidos ao evento representam todas as áreas de investigação e prática psicológica, as diferentes abordagens teóricas e as múltiplas concepções presentes no campo, além das variadas formas de inserção social dessa ciência e profissão.
Diálogos Latino-americanos – Brasil 2010
A União Latino-Americana de Entidades de Psicologia (Ulapsi), na busca da aproximação entre as Psicologias criadas e desenvolvidas nos vários países da América Latina, promove os “Diálogos Latino-Americanos de Psicologia”, durante o III CBP.
A ideia é incentivar e promover o encontro de pesquisadores no campo da Psicologia, oferecendo temas referentes a aspectos da realidade de nossos países.
Para a secretária-executiva da Ulapsi, Ana Bock, o evento deverá significar “um passo adiante na articulação da Psicologia latino-americana e na produção de um conhecimento comprometido com a transformação das condições de vida nesses países”.
A programação completa está disponível no site
As inscrições antecipadas estão encerradas. Caso você não tenha feito e deseja participar do Congresso, poderá efetuar sua inscrição no local do evento, dia 3 de setembro no Memorial da América Latina e nos dias 4, 5, 6 e 7 de setembro na Uninove.
Serão 4.279 atividades envolvendo aproximadamente 10 mil participantes nos cinco dias do encontro.
Fonte: POL
Marcadores: Agenda
Documento sobre aspectos éticos, técnicos e jurídicos da Resolução CFP nº 009/2010
Tendo em vista o intenso debate gerado pela edição da Resolução CFP nº 009/2010, o Conselho Federal de Psicologia sistematizou informações sobre aspectos éticos, técnicos e jurídicos que fundamentam a Resolução e os disponibiliza para acesso de todos os psicólogos.
Acesse o texto.
Marcadores: Legislação, notícias, Orientação, Publicação
agosto 16, 2010
Concurso de Título de Especialista
Inscrições abertas até o dia 17 de agosto
Está marcada para 5 de setembro de 2010 nova edição do Concurso para Concessão do Título de Especialista, em dez especialidades: Psicologia Clínica, Psicologia do Esporte, Psicologia do Trânsito, Psicologia Escolar/Educacional, Psicologia Jurídica, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Psicomotricidade, Psicopedagogia, Psicologia Social, Neuropsicologia.
As provas serão realizadas em 13 cidades: Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Manaus/AM, Natal/ RN; Porto Alegre/RS, Recife/PE, Salvador/BA, São Paulo/SP e Vitória/ES. Em São Paulo, ocorrem durante o III Congresso Brasileiro da Psicologia (CBP).
As inscrições estão abertas até 17/08/2010 e podem ser realizadas no site, onde estão disponíveis o edital e outras informações importantes para os candidatos.
São condições para participar do concurso: ser psicólogo com mais de dois anos de inscrição em Conselho Regional de Psicologia (CRP), até a data da prova, estar em pleno gozo dos seus direitos e deverá ter prática profissional na especialidade requerida pelo tempo mínimo de dois anos.
Fonte: CRP-09
agosto 12, 2010
EM CINE - CICLO DE DEBATES
Sobre relacionamentos familiares
Toda última 4ª feira do mês será exibido um filme, acompanhado de debate coordenado por um profissional especializado
Exibição do filme:
de Marcelo Masagão (BRA, 1999)
Tema:
Direitos Humanos e Psicologia
Sinopse:
A partir da justaposição de imagens e cenas fragmentadas, o documentário mostra uma estreita relação entre os chamados "grandes eventos" do século XX, tais como as guerras e os avanços tecnológicos, e aqueles considerados "pequenos eventos", nos quais se identifica a singularidade e a cotidianidade do ser humano.
Coordenação do debate:
Jessé Guimarães da Silva
Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia pela PUC-RJ, coordenador-executivo do Programa Pró-Adolescente.
Data: 25 de agosto 2010 (4ª feira)
Horário: das 17:30 às 20:30
Local: UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524, 10º andar, Bloco D, sala 10.030, SPA - Maracanã
Inscrições 10 min. antes do evento
Informações: (21) 2334-0872 ou proadol@uerj.br
Conferimos declaração de participação
ENTRADA FRANCA
Realização:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Instituto de Psicologia- IP
Programa de Formação em Direitos da Infância e da Juventude - Pró-Adolescente
agosto 10, 2010
método democrático de construção das resoluções no Sistema Conselhos de Psicologia
Nota do CFP com vistas à contribuição da prática profissional para a cidadania e da relação ética da profissão com a sociedade
É papel institucional do Conselho Federal de Psicologia editar resoluções com o intuito de regular o exercício da profissão na sua relação com a sociedade. As resoluções, ainda que tenham sua aprovação final pelo CFP, são construídas em processos de discussão realizados por todo o Sistema Conselhos de Psicologia que reúne, além do CFP, mais 18 Conselhos Regionais.
Em face da proposição de editar uma resolução, os Conselhos Regionais, junto com o CFP, têm a tarefa de estabelecer diálogos com a categoria acerca de cada temática, estabelecer seu posicionamento e trazer para a Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças (Apaf), da qual participam delegados dos Conselhos Regionais e do Federal. As Resoluções na Apaf votadas são previamente organizadas por grupos de trabalho nacionais do Sistema Conselhos, dos quais participam Conselhos Regionais e Conselho Federal.
Ocorre ainda o Congresso Nacional de Psicologia (CNP), para qual cada um dos 240 mil psicólogos brasileiros é convocado a deliberar sobre a ação do seu Conselho profissional. Este é o método: a organização de meios de participação da categoria, que busca o estabelecimento da democratização das ações realizadas pelo Sistema, inclusive no tocante à elaboração e aprovação de resoluções. Portanto, não é possível a qualificação de centralização de decisões às ações do CFP, pois seu papel é de contribuir para a construção de uma Psicologia que seja una por todo o país, representativa daqueles que dela fazem parte – os psicólogos – e, sobretudo, correspondente às necessidades da população no tocante aos seus direitos!
É exatamente por meio desse método que as resoluções a seguir foram aprovadas, passando a ser alvo de debates e surpresas da mídia sobre, certamente pela desacomodação institucional que podem trazer.
- A Resolução nº 08/2010, que dispõe sobre a atuação do psicólogo como perito e assistente técnico no poder judiciário, aprovada por unanimidade em plenário de 63 delegados.
- A Resolução n° 09/2010, que regulamenta a atuação psicólogo no sistema prisional, com apenas 3 votos contrários em um plenário de 67 delegados.
- A Resolução n° 10/2010, que regulamenta a escuta de crianças e adolescentes envolvidos em situação de violência na rede de proteção, aprovada por unanimidade em plenário de 63 delegados.
O Sistema Conselhos tem clareza de que esta instituição se encontra em momento histórico de sua ação, frente ao cenário de direitos que se instalou no país desde a década de 80. No que tange às citadas Resoluções, não restam dúvidas de que a Psicologia se encontra, sob a égide dos seus princípios éticos presentes no Código de Ética de 2005, em reposicionamento da sua relação com o Sistema de Justiça brasileiro.
Desse modo, a Resolução CFP nº 09/2010 foi resultado de discussões ocorridas no CNP de 2007, mas ainda em 2005 foi indicada em evento organizado em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A sua construção mais efetiva ocorreu ao longo de 2008, nas atividades realizadas pelos Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) que culminaram no Seminário Nacional de Psicologia em interface com a Justiça, realizado em Brasília, em 2009. Nesses eventos, direcionados aos psicólogos que atuam judiciário de modo geral e especificamente no sistema prisional, foi possível identificar as diversas queixas sobre o não cumprimento da Lei de Execuções Penais, descumprimento que alia a realização do exame criminológico a uma precariedade de condições e recursos para atuação qualificada e ética. Assim, em face da compreensão da não obrigatoriedade desse exame, bem como da possibilidade ética e muito ampliada da tarefa do psicólogo junto ao trabalho de individualização da pena, a Resolução CFP n° 09/2010 se fez necessária e possível, visto que está fundamentada nos dispositivos legais.
Especificamente no Seminário Psicologia em interface com a Justiça, realizado em 2009, foi possível amadurecer a necessidade da Resolução nº 08/2010, que atende à necessidade de acuidade nas atribuições do perito e do assistente técnico, não mais gerando controvérsias oriundas da prática profissional para aquelas pessoas que procuram pela prática psicológica para alcance de seus direitos.
A Resolução CFP nº 010/2010 percorreu o mesmo caminho, com discussão inicial sobre o Projeto de Lei (PL) do Depoimento sem Dano, de 2008, que inseria, em meio a texto de Projeto de Lei, ações muito específicas do judiciário e propunha-se, inicialmente, a regular técnicas de profissionais como psicólogos e assistentes sociais - alvo de reações dessas duas categorias. Este PL, em 2009 e 2010, foi debatido nacionalmente e nas regiões por diversas vezes. Entre esses debates pode ser lembrado o Seminário Nacional Escuta de Crianças e Adolescentes Envolvidos em Situação de Violência e a Rede de Proteção, no RJ, com cerca de 300 participantes, e transmitido on line. Nesses debates, o Sistema Conselhos alcançou o entendimento de que o Sistema de Garantia de Direitos de crianças e adolescentes deveria ser norte para a ação do psicólogo, a fim de garantir o direito de a criança ser ouvida, mas não o de ser colocada sem seu consentimento a depor em processos judiciais.
A gestão do CFP tem cumprido sua função social de garantir o exercício ético e qualificado da Psicologia e, por isso, reitera a importância de que o mérito de suas decisões continua sendo o de ampliação da contribuição da Psicologia para a cidadania. Contribuição que o CFP entende ser caminho que alia estratégia e ética na ocupação de espaços sociais e de trabalho por parte do psicólogo. Por último, o CFP também não tem dúvidas de que suas ações são pautadas pelas decisões aprovadas nas instâncias deliberativas do Sistema Conselhos: os Congressos Nacionais da Psicologia (CNPs), as plenárias do CFP e dos Conselhos Regionais e a Apaf.
Fonte: POL
Marcadores: artigos, Orientação
julho 23, 2010
CRP-RJ promove roda de conversa sobre direitos da infância e juventude
O CRP-RJ realizou, no dia 9 de julho, a roda de conversa “Diálogos entre as práticas no Sistema de Garantia de Direitos à Infância e Juventude”. O encontro, que ocorreu na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), contou com convidados que atuam na área e incentivou a participação dos presentes no debate.
Dando início ao evento, a conselheira Eliana Olinda Alves (CRP 05/24612), presidente da Comissão de Justiça do CRP-RJ, destacou a importância dessa modalidade de debate, em que todos possuem voz. “Queremos que todos possam interagir. A ideia é debater o que é a Rede de Proteção à Infância e Juventude e o que somos nós nessa rede”.
Para instigar o debate, Eliana apresentou um caso real, atendido por ela na Vara da Infância de um município do interior. O objetivo era que cada um se identificasse com a história, pensando em suas práticas cotidianas.
O caso era sobre um menino que, aos quatro anos de idade, foi encaminhado pela escola ao Conselho Tutelar e diagnosticado por um psiquiatra com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Devido à medicação que passou a tomar, durante o início da aula e o recreio, a criança ficava sonolenta e, após o efeito passar, ficava muito agitada em sala, chegando a ter atitudes vistas como agressivas. Por isso, os pais foram processados judicialmente por negligência e, quando o menino já tinha 10 anos de idade, o caso chegou à sala da psicóloga da Vara da Infância.
“Descobri que a mãe era empregada doméstica e só tinha folga às quartas-feiras. A psicóloga que iria atendê-la só trabalhava às segundas. Então, a mãe não ia ao atendimento e a psicóloga atestou que os pais eram negligentes”, explica Eliana. “Ao longo nesses seis anos de processo, acabou se criando um ‘pequeno monstro’. Mas, quando ele chegou à minha sala, devido à idade e aos medicamentos, ele mal sabia o que se passava. Esse processo é uma ficção”.
A partir da apresentação do caso, os convidados falaram sobre ele e sobre o Sistema de Garantia de Direitos. André Rangel (CRP 05/19996), psicólogo do Centro de Formação da Associação Brasileira Terra dos Homens e membro da Comissão de Psicologia e Justiça do CRP-RJ, iniciou propondo uma reflexão sobre a articulação das práticas psicológicas na Rede de Proteção. “Percebemos práticas muito diferenciadas e, muitas vezes, antagônicas. A que interesses nós, psicólogos, estamos atendendo?”, questionou.
O psicólogo criticou ainda a denominação de psicólogos e assistentes sociais como “técnicos”. “Que técnico é esse? Parece que não há diferenças na formação. Ao mesmo tempo, cria-se um mercado de especialismos, que contribui para a fragmentação do serviço. Nossa atuação se torna individualizante, psicologizante e patologizante. Nos isolamos em nossa sala para fazer um laudo ‘técnico’, para responder demandas que chegam, mas sem refletir sobre elas”.
Achiles Miranda (CRP 05/27415), psicólogo da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) e membro da Comissão de Psicologia e Justiça do CRP-RJ, focou sua fala na importância da família no Sistema de Garantia. “O pensamento sobre a família e o território está instituído na assistência e deveria estar em toda a Rede. Mas isso não funciona na prática como princípio. No caso apresentado pela Eliana, a família já começou sendo responsabilizada, não acolhida”.
Ele lembra que esse pensamento está presente também no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “No Estatuto, a proteção da criança é pensada a partir da cobrança de responsabilidade da família, mas não há mecanismos para cobrar ações do Estado. Tanto que, em todos os processos que já vi, o réu é sempre a família, nunca a Secretaria de Saúde ou de Assistência Social, por exemplo”. Segundo o psicólogo, isso reforça uma lógica da criança ser vista isolada da família. “É isso que o SUAS (Sistema Único de Assistência Social) está tentando mudar”, acrescentou.
A psicóloga Giovanna Marafon (CRP 05/3781), mestre em Educação, doutoranda do Programa de Psicologia/Estudos de Subjetividade da UFF e membro da Comissão de Educação do CRP-RJ, abordou a judicialização da vida escolar. “No caso trazido pela Eliana, dessa ‘biografia infame’, como diz Michel Foucault, temos que pensar como essa criança virou um ‘monstrinho’. Ele foi colocado pela escola como violento, diagnosticado com TDAH, medicalizado e, enfim, encaminhado para a Justiça”.
Ela ressalta que, nesse caso, a instituição de Saúde apenas confirmou o diagnóstico sugerido pela própria escola. “A escola faz parte da Rede de Proteção à Infância e Juventude. Mas será que ela está mesmo inserida na Rede? Ou entra apenas para identificar problemas? Como se coloca, por exemplo, em relação ao Conselho tutelar? É uma relação de parceria ou hierarquizada?”, questionou.
Para Giovanna, situações como essa devem ser pensadas a partir da lógica que se faz presente nas escolas. “Como o professor vem sendo preparado para identificar no corpo do seu aluno anormalidades, transtornos? Ele vem sendo formado a partir de saberes biologizantes, medicalizantes e, cada vez mais, judicializantes”. Nesse último ponto, a psicóloga esclarece que não se trata apenas do encaminhamento ao Poder Judiciário, mas às próprias práticas cotidianas. “Quando a escola se utiliza de punições, transferências, advertências ela também se utiliza do micropoder judicializante”.
Em seguida, a psicóloga Esther Maria de Magalhães Arantes (CRP 05/3192), membro da Comissão de Direitos Humanos do CRP/RJ, do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) e professora da PUC-Rio e da UERJ, destacou a fragilidade em que se encontra o Sistema de Garantia de Direitos à Infância e Juventude. Ela exemplificou com a atual situação do CEDCA. “Nesse contexto de mudança das secretarias devido às eleições, a conselheira presidente do CEDCA foi demitida há quase dois meses e o Governo do Estado ainda não nomeou outro conselheiro para ocupar seu lugar. O CEDCA está acéfalo”, afirmou.
Ela abordou ainda as mudanças trazidas pelas normativas com relação aos direitos da infância e juventude. “O caso que a Eliana trouxe nos leva a uma discussão muito séria sobre quais são os direitos da criança e do adolescente. Até o século passado, a proteção da criança era muito ligada aos pais. Com o ECA e a Convenção da ONU, de 1989, para além da proteção, a criança ganhou direitos de liberdade, tradicionalmente dados aos adultos. Ela tem direito de participação, de ser ouvida, de ter autonomia. Claro que são vistas como pessoas em desenvolvimento, mas nunca com um viés tutelar e de assujeitamento”.
No entanto, conforme apontou Esther, a escola ainda não se adaptou essa mudança de paradigma. “Historicamente, a educação é autoritária. A escola tem dificuldade de dar à criança liberdade de exercer sua autonomia, sua criatividade. O caso de uma criança que não consegue aprender, em vez de ser resolvido pedagogicamente pela escola, é encaminhado ao Conselho Tutelar. Falta qualificação dos profissionais para saber o que é papel da escola, do Conselho Tutelar, da Saúde etc.”
Fechando a mesa, Antônio Pedro Soares, advogado do Núcleo de Políticas Públicas e Controle Social - ODH Projeto Legal, falou sob o ponto de vista do Direito. “No caso trazido, o Sistema de Garantia acabou sendo um violador de direitos da criança. Ainda vivemos a ideia de que os direitos da infância e juventude estão ligados somente à Assistência Social. A Assistência é um deles, mas há vários outros. Precisamos entender os direitos da criança como universais e transversais”.
O advogado retomou ainda o tema, trazido por Achiles, da falta de responsabilização do Estado. “Vivemos em uma sociedade em que os instrumentos jurídicos de cobrança em relação ao Estado são muito poucos, não só no Sistema de Garantias, mas em qualquer política pública”. Ele ressalta que um desses poucos mecanismos é o Ministério Público, mas seus profissionais raramente possuem um entendimento de onde vêm os direitos da criança. “Os concursos públicos de Direito valorizam conhecimento técnico em detrimento do filosófico”.
Após as falas, foi aberto o debate com os presentes. Uma professora de Psicologia de uma faculdade de Direito levantou a importância de, além de desconstruir a lógica atual, trazer novas possibilidades e exemplos de casos que estejam dando certo. “Muitas vezes, falo para os meus alunos que precisamos desconstruir, mas sinto dificuldade em dizer o que devemos colocar no lugar”.
Respondendo à questão, Giovanna ressaltou que não há “receita de bolo”, pois em cada caso há possibilidade de construir um novo modelo, que não necessariamente se encaixará em outras situações.
Outro ponto trazido por um participante foi a questão do psicólogo enquanto técnico, colocando-se diante do outro para inquirir, não escutar. “Coloca-se o outro dentro de categorias, perde-se a espontaneidade”, declarou ele. Nesse contexto, também foi destacado que esse profissional vem sendo visto como instrumento da Justiça, como nos casos do exame criminológico e do depoimento sem dano. Por isso, colocou-se a importância das resoluções publicadas recentemente pelo CFP que proíbe o psicólogo de participar dessas modalidades.
Outros temas debatidos foram a falta de articulação entre profissionais na Rede de Cuidados, dificuldades do psicólogo no campo da Assistência, a Reforma Psiquiátrica voltada para a infância e juventude e a hierarquização na Justiça, com Psicologia e Assistência sendo vistas como ciências auxiliares.
Eliana Olinda encerrou o evento com uma avaliação positiva do debate. “Essa é uma primeira conversa. Temos que ter consciência de que o CRP somos todos nós, não é só um órgão representativo. Nesse primeiro momento, fizemos uma provocação, mas esperamos que vocês também nos provoquem. Espaços como esse também são de produção de rede”.
Fonte: CRP-RJ
Texto: Bárbara Skaba
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Concursos
Instituto de Psicologia/Centro de Filosofia e Ciências Sociais
Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP/CFCH/UFRJ)
Vagas:
1 vaga de Professor Adjunto de “Psicometria/Testes Psicológicos”;
1 vaga de Professor Adjunto de “Psicologia Clínica/Psicologia Humanista Existencial”;
1 vaga de Professor Adjunto de “Psicologia Geral e Experimental”.
Vencimentos: R$ 6.722,85
Prazo de Inscrição: 25/06 a 24/07/2010
Ministério Público da União - MPU
Vagas: Cadastro de Reserva para o cargo 1 “Analista Administrativo”
Vencimentos: R$ 6.551,52
Prazo de inscrição: 07/07/2010 a 30/07/2010
Escola de Administração do Exército – EsAEx
Vagas: 3 vagas de Psicólogo
Vencimentos :não informado
Prazo de Inscrição: 26/07 a 16/08/2010
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julho 22, 2010
julho 19, 2010
Aluno de pós poderá acumular bolsa e atividade remunerada
Acesso em: 17 jul. 2010.
*RICARDO MIOTO*
DE SÃO PAULO
Alunos de pós-graduação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) poderão agora acumular suas bolsas com outras atividades remuneradas.
A "antiga reivindicação dos bolsistas", nas palavras dos CNPq, foi atendida nesta sexta-feira (16), quando uma portaria assinada pelos presidentes dos órgãos, Carlos Aragão, do CNPq, e Jorge Guimarães, da Capes, foi publicada no Diário Oficial da União
As atividades, porém, terão de ser aprovadas pelos orientadores e informadas aos programas de pós-graduação. Devem estar "relacionadas à área" do estudante e ser "de interesse para sua formação", diz a portaria.
O texto cita "especialmente [atividades de] docência nos ensinos de qualquer grau". Segundo Aragão, os orientadores evitarão que os alunos dediquem um número excessivo de horas ao trabalho fora da universidade.
*ESFORÇO INÚTIL*
Muitos alunos bolsistas já complementavam sua renda com aulas antes da portaria - o CNPq com frequência recebia denúncias de pessoas fazendo isso, diz Aragão. Os inquéritos criados, diz, eram um "esforço inútil", porque é "muito recomendável que o aluno de pós exerça atividades didáticas". "Além disso, há áreas como engenharia ou medicina, em que existia dificuldade para manter estudantes vinculados aos cursos de pós-graduação", diz. Os alunos recebiam ofertas de trabalho com boas remunerações, e era difícil evitar a evasão.
"Por isso, a medida será boa no que diz respeito à interação com empresas", diz, argumentando que ela vai permitir que empresas se aproximem das universidades quando alunos de pós estiverem nos seus quadros.
FONTE: Folha
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SARAH - Fisioterapia para todos
Um imenso centro de reabilitação, na Barra da Tijuca, oferece tratamento fisioterápico grátis.
Sarah
O HOSPITAL SARAH RIO, especializado em neuroreabilitação, inaugurado no dia 01 de maio de 2009, na Barra da Tijuca, já está cadastrando para atendimento, novos pacientes adultos e crianças com as seguintes patologias:
· Paralisia cerebral
· Crianças com atraso do desenvolvimento motor
· Sequela de traumatismo craniano
· Sequela de AVC
· Sequelas de hipóxia cerebral
· Má-formação cerebral
· Sequela de traumatismo medular
· Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
· Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
· Doença de Parkinson e Parkinsonismo
· Ataxias
· Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
· Esclerose múltipla
· Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
· Mielomeningocele
· Espinha bífida
· Paralisia facial
O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones: 21 3543-7600 21 3543-7600 e 21 3543-7600 21 3543-7600 , das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
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julho 13, 2010
julho 09, 2010
CURSO DE FORMAÇÃO EM TERAPIA DE CASAL E FAMÍLIA (43ª Turma) em apenas 2 ANOS

O CEFI - Centro de Estudos da Família e do Indivíduo de Porto Alegre nasceu em 1989, com o objetivo de difundir e ampliar conhecimentos no campo da Terapia de Família. Foi construindo novos espaços na Capital e interior do Estado do Rio Grande do Sul, implantando cursos e departamentos especializados, efetuando convênios, ampliando seu serviço de atendimento terapêutico e assim, favorecendo o acesso deste benefício aos diferentes segmentos sociais.
O curso tem reconhecimento do CFP, ABRATEF e ABEP e concede o título de Especialista em Psicologia Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia
Público Alvo: Psicólogos, Médicos, Assistentes Sociais
Objetivo: Capacitar profissionais para o diagnóstico, atendimento terapêutico e preventivo de casais e família.
Duração: 2 anos letivos (conclusão em janeiro de 2012)
Horário: Aulas quinzenais Sextas-feiras (à tarde) e Sábados (manhã e tarde)
Carga Horária Total: 760 horas/aula
Metodologia: Seminários teóricos, prática supervisionada em Câmara de Gesell, vivências, discussão de filmes e casos clínicos.
Inscrição: Entrevista de Seleção
Documentos: Currículo, cópia do Certificado de Graduação, autobiografia, foto 3x4.
Investimento: Consulte pelos Fones: (51) 3222.5578 / 3346.1525
CONCURSO PÚBLICO DE TÍTULOS E PROVAS PARA PROFESSOR ADJUNTO
40H DE PARA O SETOR DE TESTES PSICOLÓGICOS DO DEPARTAMENTO DE PSICOMETRIA DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UFRJ.
Cargo - Professor Adjunto, 40h, Dedicação Exclusiva
Remuneração inicial: R$6.722,85
Inscrições: até 24 de julho de 2010
Local: UFRJ, Instituto de Psicologia - av. Pasteur, 250 - Pavilhão Nilton Campos
Campus Praia Vermelha, Urca, Rio de Janeiro
Horário: 10 às 14h
PROGRAMA DO CONCURSO
1. Histórico da medida e Fundamentos da avaliação psicológica.
2. Testes Objetivos em Psicologia e suas qualidades psicométricas.
3. Técnicas expressivas em Psicologia e suas qualidades psicometricas.
4. A questão da validade e a fidedignidade dos testes projetivos.
5. Escalas psicométricas: construção e aplicações na avaliação psicológica
6. A utilização dos testes psicológicos: dimensão ética e compromisso com a promoção de direitos
7. Análise qualitativa e quantitativa na pesquisa em psicologia
8. A construção de Instrumentos de medida psicológica adequados à População brasileira
9. O rigor metodológico e a cientificidade na pesquisa com o uso de testes psicológicos
10. A questão da divulgação para o público em geral dos procedimentos de aplicação e avaliação dos Testes Psicológicos e suas conseqüências
11. A validade e fidedignidade dos Testes Temáticos
Prova prática
1. Psicometria: Tratamento de um banco de dados utilizando o pacote estatístico spss
2. Testes psicológicos: Avaliação de um caso clínico utilizando um ou mais testes psicológicos
Maiores informações:
Edital 28, de 24 de junho de 2010, publicado em DOU em 25 de junho de 2010.
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